Em um tuíte publicado em sua página pessoal no Twitter, o CEO da SpaceX, Elon Musk, afirmou que a Starlink está disponível em 32 países e que quem fizer pedidos em áreas marcadas como disponíveis terá o receptor e a antena enviados imediatamente. No Brasil, há disponibilidade de Santa Catarina ao Rio de Janeiro. As demais partes do país estão em uma lista de espera. Rio Grande do Sul e parte de Minas Gerais devem ter as liberações ainda este ano, segundo o mapa de disponibilidade divulgado pela SpaceX. 

A internet banda larga via satélite já está autorizada a operar por aqui, após uma decisão favorável por parte da Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel). 

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No entanto, para operar no Brasil, a internet via satélite da Starlink vai demorar para conquistar clientes, tendo em vista o alto custo em comparação à concorrência. 

A média ficará em torno de R$ 530 por mês, mas já é possível reservar uma rede de até 500 Mb/s por R$ 10 mil por ano, valor sem os impostos.   

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A expectativa é que os planos da Starlink estejam prontos para operarem no Brasil nos próximos anos, com a promessa de velocidades de download entre 150 e 500 Mbps e latência de 20-40 ms.  

O serviço de internet da companhia será representado pela ‘Starlink Brazil Holding Ltda’ até o dia 28 de março de 2027. Para operar, ficou acordado que o serviço não pode causar interferências em outros sistemas de satélites não geoestacionários (Kepler, em banda Ku, e O3b, em banda Ka). 

No site da Starlink, a companhia destaca que seus satélites avançados atuam em órbitas baixas e possibilitam chamadas, jogos on-line, streaming, vídeo e outras atividades de altos tráfegos de dados que, historicamente, não têm sido possíveis com internet via satélite. 

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