Evidências científicas indicam que a evolução humana se iniciou na África há cerca de 5,5 milhões de anos. A astronomia, por sua vez, que surgiu com base na observação do comportamento dos astros e estrelas nos céus pelo homem, é considerada a mais antiga das ciências.

Se a África é o “Berço da humanidade”, e a astronomia é a ciência mais antiga do mundo, como é a relação entre o continente e essa área do conhecimento humano? Créditos: Nightman1965/tutsi – Shutterstock – Edição: Olhar Digital

Sendo a África o “Berço da humanidade”, e a astronomia a ciência mais antiga de que se tem notícia, o que sabemos sobre essa área de conhecimento no continente? Quando a astronomia começou a ser estudada ali? Como ela evoluiu e qual a sua situação atual? Quais países africanos mais investem nessa ciência? Qual o papel e a importância da astronomia amadora no local? 

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Essas e outras questões relacionadas à astronomia na África serão respondidas nesta sexta-feira (20), no Programa Olhar Espacial, que vai receber um convidado diretamente de Moçambique para falar com propriedade sobre esse tema tão interessante.

Edson Domingos Jequecene, astrônomo amador de Moçambique, é o convidado desta sexta-feira (20) do Programa Olhar Espacial. Imagem: Arquivo pessoal

Edson Domingos Jequecene, técnico de laboratório de análises clínicas, é astrônomo amador e fundador do clube de astronomia Detetives do Cosmos. Como divulgador científico, realiza várias atividades nas escolas, locais públicos e canais de comunicação de diversas mídias em Moçambique, além de participar de uma série de projetos e grupos de astronomia não só em seu país como em diversas partes do mundo.

Além da parte histórica, cultural e social da astronomia na África, o programa também vai falar sobre o Square Kilometre Array (SKA), que começou a ser construído em dezembro e será a maior rede de telescópios do mundo capaz de captar ondas de rádio. 

Quando estiver concluído, o SKA estará espalhado pela Austrália, Nova Zelândia, África do Sul e outros países africanos – incluindo Moçambique.

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Apresentado por Marcelo Zurita, presidente da Associação Paraibana de Astronomia — APA; membro da SAB — Sociedade Astronômica Brasileira; diretor técnico da BRAMON — Rede Brasileira de Observação de Meteoros — e coordenador regional (Nordeste) do Asteroid Day Brasil, o programa é transmitido ao vivo, todas às sextas-feiras, às 21h (horário de Brasília), pelos canais oficiais do veículo no YouTube, Facebook, Instagram, Twitter, LinkedIn e TikTok, além do canal por assinatura Markket (611-Vivo, 56 -Sky e 692-ClaroTV).

Devido à diferença de fuso-horário, quem estiver em Moçambique poderá acompanhar o Olhar Espacial ao vivo a partir das 2h da madrugada de sábado (21).

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